Conheça as Sete Dores de Maria, seu profundo significado espiritual, a poderosa devoção mariana, suas promessas e como rezar com fé.
Conheça as Sete Dores de Maria, seu profundo significado espiritual, a poderosa devoção mariana, suas promessas e como rezar com fé.

Sete dores de Maria: significado, oração e devoção

Sete dores de Maria, saiba seu significado, oração e devoção dos católicos.

Existe um amor capaz de sofrer em silêncio com profundidade quase impossível de medir.

Um amor que permanece quando muitos vão embora.

Um amor que continua de pé quando tudo parece desabar.

Um amor que sangra por dentro — e ainda assim continua confiando em Deus.

Esse amor tem rosto de mãe.

Tem nome.

Tem coração.

Tem lágrimas.

Tem entrega.

Tem fortaleza.

Tem fé.

Esse amor é o coração de Virgem Maria.

Quando falamos sobre as sete dores de Maria, não estamos falando apenas de uma antiga devoção católica.

Não estamos falando apenas de uma tradição espiritual bonita.

Não estamos falando apenas de uma oração piedosa.

Estamos falando de um dos caminhos mais profundos que a Igreja oferece para contemplar:

👉 a dor redentora unida ao amor;

👉 a fidelidade em meio ao sofrimento;

👉 a confiança em Deus mesmo quando o coração parece atravessado por espadas;

👉 a maternidade espiritual de Maria sobre todos nós;

👉 e o mistério de uma Mãe que sofreu ao lado do Filho para cooperar, por graça, na obra da Redenção.

Pouca gente percebe isso profundamente:

Maria não sofreu pouco.

Maria sofreu muito.

Profundamente.

Intensamente.

Silenciosamente.

Santamente.

Ela carregou no coração dores que nenhuma linguagem humana consegue descrever plenamente.

E, ainda assim…

permaneceu fiel.

Permaneceu de pé.

Permaneceu junto de Jesus.

Permaneceu confiando.

Permaneceu amando.

É por isso que milhões de católicos ao longo dos séculos encontraram consolo ao meditar sobre as sete dores de Maria.

Porque quem contempla o coração doloroso de Nossa Senhora descobre algo extraordinário:

👉 Maria entende a dor humana.

Entende a perda.

Entende a angústia.

Entende a espera.

Entende o medo.

Entende a perseguição.

Entende o sofrimento de ver alguém amado padecer.

Entende o luto.

Entende o silêncio de Deus vivido na fé.

Entende a espada invisível que corta por dentro.

E justamente por entender…

ela consola como Mãe.

Conheça as Sete Dores de Maria, seu profundo significado espiritual, a poderosa devoção mariana, suas promessas e como rezar com fé.
Conheça as Sete Dores de Maria, seu profundo significado espiritual, a poderosa devoção mariana, suas promessas e como rezar com fé.

O que são as sete dores de Maria?

As sete dores de Maria são sete grandes sofrimentos vividos por Virgem Maria ao longo da vida terrena de Jesus Cristo.

Esses acontecimentos marcaram profundamente sua alma e revelam sua íntima união com a missão redentora do Filho.

A tradição católica, amadurecida ao longo dos séculos e profundamente cultivada pela espiritualidade da Igreja, especialmente pela Ordem dos Servos de Maria (Servitas), reuniu esses sofrimentos em sete grandes dores para meditação, devoção e crescimento espiritual — linha também destacada pelos materiais que você anexou, embora de forma mais sintética .

São elas:

  1. A profecia de Simeão;
  2. A fuga para o Egito;
  3. A perda do Menino Jesus no Templo;
  4. O encontro de Maria com Jesus a caminho do Calvário;
  5. Maria aos pés da Cruz;
  6. Maria recebe o corpo de Jesus nos braços;
  7. O sepultamento de Jesus.

Essas dores não são apenas memórias históricas.

São mistérios espirituais.

São escola de santidade.

São contemplação do amor fiel.

São caminho de união com Cristo.

São consolo para quem sofre.

São remédio para corações feridos.

São luz para quem atravessa cruzes pesadas.

Conheça a Bíblia Ave Maria e por que ela é ideal para iniciantes na fé católica.

A espada profetizada por Simeão: o início do coração transpassado de Maria

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Tudo começa no Templo.

Quarenta dias após o nascimento de Jesus, Virgem Maria e São José levam o Menino para apresentá-Lo ao Senhor, cumprindo a Lei.

Exteriormente, parecia um momento de alegria.

Uma mãe com seu Filho nos braços.

Um pai justo oferecendo seu primogênito a Deus.

Um gesto de consagração.

Um rito santo.

Mas ali acontece algo profético — e profundamente doloroso.

O velho Simeão, movido pelo Espírito Santo, toma o Menino nos braços, bendiz a Deus e depois dirige palavras diretamente a Maria:

“Este Menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel; Ele será um sinal de contradição — e uma espada transpassará a tua alma.” (Lc 2,34-35)

Que palavra misteriosa.

Que palavra profunda.

Que palavra dolorosa.

Uma espada.

Não no corpo.

Na alma.

No coração.

Na intimidade mais profunda do ser.

Ali, espiritualmente, começa o martírio interior de Maria.

Ela compreende que sua maternidade messiânica será gloriosa…

mas também marcada por sofrimento profundo.

Seu Filho salvará o mundo…

mas essa salvação passará pela Cruz.

E o coração da Mãe participará desse sofrimento.

A tradição espiritual da Igreja sempre viu aqui a primeira grande dor de Maria — ponto central também ressaltado pelos concorrentes analisados —, mas nós vamos além:

essa espada continua atravessando o coração de muitas mães.

Mães que sofrem por filhos distantes de Deus.

Mães que choram filhos perdidos para vícios.

Mães que rezam por filhos feridos.

Mães que sofrem vendo filhos doentes.

Mães que carregam angústias silenciosas.

Ao contemplar Simeão e Maria, muitas mães descobrem:

👉 Nossa Senhora conhece essa dor por dentro.

Por que meditar as dores de Maria toca tão profundamente o coração?

Porque, no fundo, todos carregamos alguma espada invisível.

Uma perda.

Uma ferida.

Um luto.

Uma ansiedade silenciosa.

Uma espera longa.

Uma cruz pesada.

Uma oração aparentemente sem resposta.

Uma saudade.

Uma angústia escondida.

Quando olhamos para Maria Dolorosa…

descobrimos que a dor pode ser santificada.

Que sofrimento não precisa nos destruir.

Que lágrimas podem virar oração.

Que a fidelidade pode florescer no escuro.

Que permanecer de pé, mesmo ferido, é possível pela graça.

É isso que torna essa devoção Mariana tão poderosa.

Sete dores de Maria, saiba seu significado, oração e devoção dos católicos.
Sete dores de Maria, saiba seu significado, oração e devoção dos católicos.

Segunda dor de Maria: a fuga para o Egito — quando a Mãe de Deus precisou fugir para salvar o Filho

Pouco tempo depois do nascimento de Jesus Cristo, a alegria silenciosa de Virgem Maria e São José foi violentamente atravessada por uma nova espada.

O perigo.

A perseguição.

A ameaça de morte.

O Evangelho relata que um anjo apareceu em sonho a São José e ordenou:

“Levanta-te, toma o Menino e sua Mãe, foge para o Egito, e fica lá até que eu te diga; porque Herodes vai procurar o Menino para o matar.” (Mt 2,13)

Imagine a cena.

Noite.

Urgência.

Pouco tempo para reunir o necessário.

Nenhuma garantia humana.

Nenhum planejamento.

Nenhuma segurança.

Nenhuma casa pronta.

Nenhuma estabilidade.

Nenhum futuro previsível.

Apenas uma certeza:

👉 Deus pediu que partissem.

E partiram.

Aqui existe algo profundamente tocante:

Virgem Maria, a Mãe do Salvador do mundo, experimenta aquilo que milhões de mães viveriam ao longo da história:

o exílio.

O medo.

A fuga.

A insegurança.

A vida provisória.

A dor de deixar para trás aquilo que se ama.

Os concorrentes lembram bem esse ponto histórico e devocional , mas há uma dimensão espiritual ainda mais profunda:

Maria aprendeu a confiar em Deus sem mapa.

Sem roteiro.

Sem entender tudo.

Sem saber quando voltaria.

Sem controlar o amanhã.

Quantos leitores vivem exatamente isso hoje?

Mudanças inesperadas.

Perdas repentinas.

Portas fechadas.

Recomeços dolorosos.

Deslocamentos interiores.

Sensação de estar vivendo “fora de casa” espiritualmente.

Meditar essa segunda dor consola profundamente quem atravessa tempos de instabilidade.

Porque Maria também atravessou desertos.

Santíssimo nome de Maria: Saiba significado, poder e oração.

Terceira dor de Maria: perder Jesus por três dias — a angústia de quem sente ausência de Deus

Poucas dores humanas são tão angustiantes quanto perder alguém amado.

Agora imagine:

perder o próprio Filho.

E não um filho qualquer.

O Filho prometido.

O Messias.

Jesus Cristo tinha doze anos quando foi com Maria e José a Jerusalém para a festa da Páscoa.

No retorno, acreditando que Ele estivesse entre parentes e conhecidos, seguiram viagem.

Em determinado momento…

perceberam:

Jesus não estava ali.

A alma de Maria certamente foi atravessada por um sofrimento quase indescritível.

O Evangelho resume em poucas palavras algo imenso:

“Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura.” (Lc 2,48)

“Aflitos.”

Que palavra forte.

Durante três dias:

procura;

dor;

angústia;

incerteza;

pergunta;

silêncio;

espera;

coração apertado.

Os concorrentes mencionam essa aflição, mas superficialmente . Nós precisamos mergulhar onde o leitor vive:

quantas vezes espiritualmente também sentimos que “perdemos Jesus”.

Rezamos — e não sentimos presença.

Buscamos — e parece silêncio.

Chamamos — e parece distância.

Vivemos aridez.

Confusão.

Noite espiritual.

Essa terceira dor fala diretamente a quem vive secura na fé.

Maria ensina:

👉 quando parecer que você perdeu Jesus, continue procurando.

Não pare.

Não desista.

Não abandone a oração.

Não abandone a Missa.

Não abandone os sacramentos.

Procure-O.

Maria O reencontrou.

E quem persevera também O reencontra.

Aprenda como rezar a oração Ave Maria cheia de graça completa.

Quarta dor de Maria: encontrar Jesus no caminho do Calvário

Agora começamos a entrar nas dores mais dilacerantes.

Imagine uma mãe vendo seu filho injustamente condenado.

Flagelado.

Humilhado.

Ensanguentado.

Coroado de espinhos.

Desfigurado pela violência.

Carregando o madeiro da própria execução.

E então…

seus olhos encontram os olhos da Mãe.

Essa é a quarta dor.

Não precisamos de muitas palavras para entender que aqui existe uma profundidade de sofrimento impossível de medir.

O olhar entre Virgem Maria e Jesus Cristo deve ter sido um encontro de amor absoluto e dor absoluta.

Ela não podia tirar a cruz.

Não podia interromper a injustiça.

Não podia impedir a paixão.

Mas podia permanecer.

E permaneceu.

Aqui está uma lição gigantesca:

👉 nem sempre amar alguém é conseguir tirar sua dor; muitas vezes é permanecer ao lado dele na dor.

Quantas mães fazem isso.

Quantos pais.

Quantos amigos fiéis.

Quantos esposos.

Quantas esposas.

Quantos filhos.

Essa quarta dor ensina presença amorosa.

Compaixão concreta.

Fidelidade silenciosa.

Maria nos ensina a sofrer sem perder a fé

Essa é uma das maiores riquezas espirituais da devoção às sete dores de Maria.

Ela não romantiza sofrimento.

Não finge que dor não dói.

Não espiritualiza superficialmente a cruz.

Maria sofreu de verdade.

Profundamente.

Mas sofreu com fé.

Com abandono confiante.

Com fidelidade.

Com amor.

Isso muda tudo.

Porque o sofrimento sem Deus pode esmagar.

Mas sofrimento unido a Cristo pode santificar.


Quinta dor de Maria: aos pés da Cruz — quando o coração de uma Mãe foi crucificado com o Filho

Se existe um momento em que a profecia de Simeão atinge sua plenitude dolorosa, é este.

A espada prometida agora atravessa completamente a alma de Virgem Maria.

Ela está diante da Cruz.

Não distante.

Não escondida.

Não ausente.

O Evangelho registra com impressionante sobriedade:

“Junto à cruz de Jesus estava de pé sua Mãe.” (Jo 19,25)

De pé.

Essa expressão é espiritualidade pura.

Porque por dentro…

seu coração estava dilacerado.

Mas por fora…

permaneceu de pé.

Firme.

Fiel.

Presente.

Amando.

Contemplando o Filho:

ferido;

ensanguentado;

desfigurado;

suspenso entre céu e terra;

consumindo-se lentamente em agonia;

perdoando seus algozes;

entregando-se totalmente ao Pai.

Nenhuma mãe consegue ler isso sem sentir algo profundo.

Nenhum coração sensível permanece intacto contemplando essa cena.

Os concorrentes falam da quinta dor corretamente, mas de forma resumida . Aqui precisamos mergulhar na grandeza teológica:

Maria não é mera espectadora da Paixão.

Por graça de Deus, ela participa intimamente desse oferecimento.

Seu coração materno une-se ao sacrifício do Filho.

Não como redentora independente — porque só Jesus Cristo salva —, mas como Mãe associada singularmente à obra redentora.

O Catecismo ensina:

“A Virgem Santíssima avançou em sua peregrinação de fé e conservou fielmente sua união com o Filho até a cruz.” (CIC 964)

Até a Cruz.

Isso é gigantesco.

Onde muitos fugiram…

Maria ficou.

Onde muitos recuaram…

Maria permaneceu.

Onde houve trevas…

Maria continuou acreditando.

Aprenda: Saiba o real significado do Totus Tuus Mariae.

“Mulher, eis aí teu filho”: quando Maria se torna Mãe de todos nós

No auge da dor, acontece algo extraordinário.

Jesus olha para Sua Mãe.

Depois olha para o discípulo amado.

E diz:

“Mulher, eis aí teu filho.”
“Eis aí tua mãe.” (Jo 19,26-27)

Essas palavras mudaram a história espiritual da humanidade.

Naquele momento, Virgem Maria recebe uma nova maternidade:

👉 maternidade espiritual.

Ela torna-se Mãe da Igreja.

Mãe dos discípulos.

Mãe dos fiéis.

Mãe de cada cristão.

Mãe de cada coração que busca Cristo.

Mãe dos feridos.

Mãe dos aflitos.

Mãe dos que choram.

Mãe dos que lutam.

Mãe dos pecadores arrependidos.

Mãe dos jovens.

Mãe da esperança.

Isso é profundamente católico.

E explica por que, ao longo dos séculos, milhões correram ao coração materno de Maria.

Porque Jesus nos deu Sua Mãe.

Recomendamos: Top Filmes Marianos para assistir agora.

Sexta dor de Maria: receber o corpo de Jesus nos braços — a Pietà e a dor do luto santo

Poucas imagens cristãs carregam tanta profundidade espiritual quanto esta:

Virgem Maria com o corpo morto de Jesus Cristo nos braços.

A mesma Mãe que um dia O embalou recém-nascido…

agora O acolhe morto.

Silencioso.

Marcado por chagas.

Coberto de sangue.

Ferido pelo amor.

O coração de Maria contempla:

as mãos que curaram;

os pés que caminharam anunciando o Reino;

os olhos que olharam com misericórdia;

a boca que proclamou vida eterna;

o peito trespassado pela lança.

Tudo parece consumado.

Tudo parece silêncio.

Tudo parece perda.

Mas aqui há algo belíssimo:

👉 Maria sofre profundamente, mas não perde a esperança.

Essa sexta dor toca especialmente:

  • mães que perderam filhos;
  • famílias enlutadas;
  • corações despedaçados pela morte;
  • pessoas esmagadas pela saudade.

Maria conhece essa dor.

Por dentro.

Profundamente.

Por isso consola tão maternalmente quem chora perdas irreparáveis.

Sétima dor de Maria: o sepultamento de Jesus — a noite do silêncio, da espera e da fé pura

Agora chega a última dor.

O corpo de Jesus é levado ao túmulo.

A pedra fecha a entrada.

Exteriormente:

acabou.

Silêncio.

Escuridão.

Ausência.

Luto.

Vazio.

Separação.

Mas existe um detalhe espiritual gigantesco:

👉 Maria continuou crendo.

Enquanto muitos discípulos estavam confusos…

Maria permanecia em esperança silenciosa.

Enquanto muitos mergulhavam em medo…

Maria guardava fé.

Enquanto tudo parecia terminado…

Maria sabia que Deus continua fiel mesmo no Sábado Santo da alma.

Essa sétima dor fala diretamente a quem vive:

  • espera longa;
  • silêncio de Deus;
  • luto;
  • promessa aparentemente distante;
  • noite espiritual;
  • sensação de ausência.

Maria ensina:

👉 espere com fé.

O domingo chega.

A Ressurreição vem.

Deus não falha.

A devoção às sete dores de Maria e suas promessas espirituais

Ao longo da tradição católica, a devoção às sete dores de Maria foi profundamente amada pela Igreja, especialmente cultivada pelos Servitas e popularizada por santos, místicos e grandes pregadores. Os materiais anexados também destacam essa tradição e as promessas associadas à devoção, ligadas especialmente à espiritualidade de Santa Brígida da Suécia .

Mas o centro da devoção não é “buscar benefícios”.

O centro é:

👉 unir-se a Cristo;
👉 aprender com Maria a sofrer com fé;
👉 crescer em confiança;
👉 amadurecer espiritualmente;
👉 encontrar consolo no coração materno de Nossa Senhora.


Como rezar a devoção das sete dores de Maria

Uma das maiores riquezas da espiritualidade católica é que a contemplação nunca fica apenas no campo da admiração — ela se transforma em oração concreta, em caminho espiritual e em vida interior.

É exatamente isso que acontece com a devoção às sete dores de Maria.

Ela não foi dada à Igreja apenas para ser estudada.

Foi dada para ser rezada.

Meditada.

Contemplada.

Vivida.

Amada.

Interiorizada.

Ao longo dos séculos, essa devoção tomou diversas formas espirituais, mas a mais conhecida é o chamado Rosário (ou Terço) das Sete Dores, profundamente difundido pela espiritualidade servita e abraçado por inúmeros fiéis.

Sua dinâmica tradicional consiste em:

👉 fazer um ato inicial de contrição e abertura do coração;

👉 meditar cada uma das sete dores de Virgem Maria;

👉 rezar orações específicas em honra de cada dor;

👉 unir suas próprias dores às dores de Maria;

👉 pedir a graça da perseverança, da conversão e de um coração mais unido a Jesus Cristo.

Mais do que fórmula…

é escola de oração.

Mais do que repetição…

é contemplação.

Mais do que devoção…

é transformação espiritual.

As promessas espirituais ligadas às sete dores de Maria

A tradição devocional católica associa graças espirituais especiais aos fiéis que meditam sinceramente as dores de Maria — ponto também desenvolvido pelos concorrentes, sobretudo nas referências à tradição ligada a Santa Brígida da Suécia .

Mas aqui precisamos de precisão teológica:

essas promessas devem ser compreendidas à luz da fé católica, não como automatismo espiritual.

Não são “garantias mágicas”.

Não são “barganhas celestiais”.

Não são superstição devocional.

São graças ligadas à intercessão materna de Maria e à abertura sincera do coração à ação de Deus.

Tradicionalmente, essa devoção é associada a frutos como:

  • maior amor a Jesus Crucificado;
  • compaixão espiritual mais profunda;
  • força nas tribulações;
  • consolação em tempos de dor;
  • crescimento na humildade;
  • conversão interior;
  • perseverança na fé;
  • auxílio materno de Maria na hora da morte;
  • maior desapego das coisas passageiras;
  • vida espiritual mais profunda.

E isso faz total sentido.

Quem contempla profundamente o coração doloroso de Maria…

não sai igual.

Sai mais humilde.

Mais manso.

Mais interior.

Mais confiante.

Mais forte.

Mais santo.

Veja: Como pedir a intercessão de Maria por nós junto a Jesus Cristo.

O que as sete dores de Maria ensinam ao coração ferido de hoje

Aqui está um dos pontos em que vamos superar muito os concorrentes:

não basta explicar a devoção.

Precisamos mostrar como ela toca a vida real.

Porque o jovem católico de hoje também sofre.

E sofre muito.

Ansiedade.

Crises emocionais.

Solidão.

Luto.

Desilusões amorosas.

Feridas familiares.

Medo do futuro.

Pressões interiores.

Noite espiritual.

Silêncio de Deus.

Coração cansado.

Ao contemplar as sete dores de Maria, o leitor descobre:

👉 quando você sofre, Maria entende;

👉 quando você chora, Maria acolhe;

👉 quando você se sente sozinho, Maria permanece;

👉 quando sua fé vacila, Maria sustenta;

👉 quando sua cruz parece pesada demais, Maria caminha junto;

👉 quando tudo parece perdido, Maria recorda: a Ressurreição vem.

Isso é gigantesco pastoralmente.

Porque transforma devoção em encontro.

Doutrina em consolo.

Catequese em cura espiritual.

Saiba quando rezar a Oração Maria Passa na Frete para alcançar uma graça urgente. 

Oração poderosa a Nossa Senhora das Dores

Ó Virgem Maria, Mãe Santíssima e Dolorosa,
que tivestes o coração transpassado por espadas invisíveis de sofrimento,
acolhei hoje também minhas dores, minhas lágrimas, minhas angústias e minhas cruzes.

Vós que conhecestes o medo, o luto, a espera, a perseguição, a separação e a dor mais profunda que uma mãe pode carregar,
olhai por mim com ternura materna.

Ensina-me a sofrer sem perder a fé.
Ensina-me a esperar sem desesperar.
Ensina-me a carregar minha cruz unido a Jesus.
Ensina-me a permanecer de pé quando tudo dentro de mim quiser cair.

Consolai meu coração ferido.
Fortalecei minha alma cansada.
Intercedei por minha família.
Protegei meus filhos, meus pais, meus amigos e todos aqueles que amo.

E quando minha alma atravessar seus sábados santos — tempos de silêncio, escuridão e espera — ajudai-me a recordar que Deus continua fiel e que a Ressurreição sempre vem para aqueles que perseveram.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós.
Amém.

FAQ — Perguntas frequentes sobre as sete dores de Maria

Quais são as sete dores de Maria?

São:

  1. profecia de Simeão;
  2. fuga para o Egito;
  3. perda de Jesus no Templo;
  4. encontro com Jesus no Calvário;
  5. Maria aos pés da Cruz;
  6. recebe Jesus morto nos braços;
  7. sepultamento de Jesus.

Qual é o significado espiritual das sete dores de Maria?

Elas revelam a profunda união de Virgem Maria com a missão redentora de Jesus Cristo e ensinam os cristãos a viver o sofrimento com fé, esperança e amor.

Como rezar a devoção das sete dores de Maria?

Pode-se meditar cada dor individualmente, rezar o Rosário das Sete Dores ou fazer orações específicas a Nossa Senhora das Dores com espírito de contemplação e entrega.

As sete dores de Maria têm promessas espirituais?

A tradição devocional católica associa graças espirituais especiais à meditação sincera dessas dores, sempre compreendidas dentro da fé da Igreja e não como superstição.

Qual a principal lição espiritual dessa devoção?

Aprender com Maria a sofrer com fé, permanecer de pé na cruz e confiar em Deus mesmo nos tempos de silêncio e dor.


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Conclusão: quem contempla as dores de Maria encontra uma Mãe para suas próprias dores

Se existe uma verdade que precisa permanecer no coração depois deste artigo, é esta:

👉 quem medita as sete dores de Maria nunca contempla sofrimento sozinho.

Porque ali encontra uma Mãe.

Uma Mãe que compreende lágrimas silenciosas.

Uma Mãe que conhece a espada da alma.

Uma Mãe que acolhe cruzes pesadas.

Uma Mãe que permanece de pé junto dos filhos.

Uma Mãe que aponta sempre para Cristo.

Uma Mãe que recorda ao coração ferido:

depois da Sexta-feira Santa… vem a Ressurreição.

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Foto: FreePik

Sobre Rodrigo de Sá

Carioca, nascido e criado no Rio de Janeiro. Católico Apostólico Romano desde sempre. Sou devoto de São Bento e ativo em movimentos da Igreja Católica desde a adolescência, fundei o site Jovens Católicos em 2016 com objetivo de mostrar tudo o que envolve as maravilhas da fé católica. Entre em Nossa Comunidade no Whatsapp Clicando Aqui!

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